Estar acompanhado nem sempre significa ser visto. Partilha o peso de te sentires invisível no meio de quem deveria conhecer-te melhor.
Já sentiste que és um figurante na tua própria vida? Estás lá, sorris, respondes às perguntas de rotina, mas a tua alma está noutro lugar, submersa numa solidão que ninguém nota.
O isolamento mais doloroso não é o de estar sozinho em casa; é o de estar rodeado de família, amigos ou colegas e sentir que, se gritasses agora, ninguém ouviria a frequência do teu desabafo. É o peso de esconder quem somos para não incomodar a harmonia dos outros.
Aqui, a tua invisibilidade acaba. Tu és visto. Tu és ouvido.
Aqui podes manter-te fiel há tu essência!
Quem são as pessoas que estão ao teu lado, mas que não te conhecem de verdade? O que é que tens guardado só para ti para não seres um fardo para a tua multidão?
O isolamento mais doloroso não é o de estar sozinho em casa; é o de estar rodeado de família, amigos ou colegas e sentir que, se gritasses agora, ninguém ouviria a frequência do teu desabafo. É o peso de esconder quem somos para não incomodar a harmonia dos outros.
Aqui, a tua invisibilidade acaba. Tu és visto. Tu és ouvido.
Aqui podes manter-te fiel há tu essência!
Quem são as pessoas que estão ao teu lado, mas que não te conhecem de verdade? O que é que tens guardado só para ti para não seres um fardo para a tua multidão?
Podes estar entre muitos, mas aqui és visto por quem sente o mesmo. O teu isolamento termina nesta partilha.
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